decabelosempe.blogspot.com de cabelos em pé

de cabelos em pé

Mais ou menos um diário de opiniões. Nem sempre diário, mas de opiniões sim.

quinta-feira, fevereiro 16, 2012

Saudades do airfix

Hoje quando chegar a casa, vou-me dedicar ás montagens de kits. Saudades dos hasegawa, atari, revell, etc.

Se não tiver tintas que cheguem peço referências a alguém que acabei de atender com umas unhas cinza matt a lembrar os tanques de guerra da segunda guerra mundial.

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sexta-feira, abril 01, 2011

Em forma! Ah ah

É nestas coisas que começamos a dar valor ao que já perdemos e ao que não precisávamos de ganhar.
Tal como o filme, "No Country For Old Men", as minhas passagens pelo ginásio podiam ser chamadas de, "No Space For Old Men".

Dói-me tudo, desde a ponta dos pés até à cabeça, passando pela...barriga. Eu que gostava tanto de correr nos treinos do VCL, não tinha velocidade (para isso andava lá o Mourão que corria mais que a bola:-) mas adorava correr o que os treinadores chamavam de endurance. As coisas mudam, tudo se transforma e como costumo dizer a idade traz tudo, assim como também leva algumas coisas.

Parar quinze dias significou trazer mais 3 quilos e as máquinas queixam-se, coitadas. Queixam-se as máquinas, as minhas pernas, as costas, enfim.

Confesso que levo uns phones para ouvir música e estar distraído porque não consigo concentrar-me com o barulho do meu corpo. Imaginem a sala de espera de um consultório, é assim que está o meu corpo. Em vez de doentes em amena cavaqueira enquanto aguardam que os médicos os chamem, está a minha cabeça numa cadeira, o coração noutra, as pernas num sofá e a parte da lombar encostada a uma ombreira entre o corredor e o guichet das meninas a ler um ihola! impaciente à espera que tudo isto acabe depressa.

A minha profissão habituou-me a ter pouca paciência, normalmente as coisas resolvem-se rapidamente, se não tivermos um medicamento naquela altura teremos ao fim de 30 minutos ou uma hora. Na pior das hipóteses vem no dia seguinte.

Recuperar a forma leva tempo e eu nunca tenho paciência para esperar nem fazer esperar, gosto das coisas no imediato e desta vez está a custar mas tem que ser.

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quinta-feira, março 31, 2011

Sócio sócio, olha aí!

Parece que o PSD já aprovou as "linhas genéricas" do seu eventual programa de governo.
Se os genéricos são as versões mais baratas dos medicamentos de marca, então pode-se concluir que linhas genéricas é produto para inalação com preço mais barato, ou seja, a coca está cara portanto vamos lá arranjar umas linhas genéricas.
Não as usem é antes de uma conferência de imprensa senão podem passar o tempo a dizer disparates, a esfregar o nariz e a tratar qualquer um por sócio, ok?

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terça-feira, março 29, 2011

Discordo do acordo porque sim


A rtp já adoptou o novo acordo ortográfico, apercebi-me agora. Lá no cantinho superior esquerdo do meu ecran diz, "RTP 2 Direto". Pensei que fosse gralha ou que o responsável fosse um produtor alentejano, Por exemplo, perguntavam-lhe,

"o onde fica o estúdio do programa?"

e ele podia muito bem responder,

"fica ao fundo do lado do lado "dirêto".


Apesar de dar umas quantas calinadas quando escrevo, vou manter o "velho" e lógico acordo porque se a língua mãe é a portuguesa, a legítima, a de cá, a do país que a inventou, então é assim que se deve escrever.


Tal e qual como a professora Rosa Otero me ensinou na escola 28 da Picheleira, o professor Abel na escola preparatória Cesário Verde e a professora Paula Elias na Escola das Olaias.


Segundo eles o acto de escrever não tinha o mesmo significado do "ato" do verbo atar, assim como o facto de a vizinha estar à janela a falar da vida dos outros, não significava que falava do fato que o vizinho levava vestido.


Assim sendo, não vou responder aos meus clientes com um "oi" de cada vez que não perceber a pergunta e continuarei a ver os jogos do meu Sporting em directo pela televisão porque parece também não haver acordo lá para os lados de Alvalade.

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quarta-feira, março 16, 2011

Sonho meu, sonho meu, vai viver para bem longe sonho meu

A médica otorrinolaringologista (ufa!) que me costuma limpar a cera dos ouvidos e drenar as ventas, já me disse que devia ir a uma consulta do sono e quem sabe ser operado para deixar de fazer apneias durante o sono.
Digo durante o sono porque acho que desde o sofá, passando pela sala de espera do consultório médico, até ao banco do eléctrico 28 :-), eu durmo em qualquer lado. Lembro-me de na tropa em 1991 no quartel de Brancanes ter conseguido passar pelas brasas dentro de uma guarita.

Tenho mesmo que tratar disto porque ainda esta noite tive um sonho mau, acho que não se pode dizer pesadelos. Sonhei eu, vejam lá se isto é possível, que estava o primeiro-ministro a ser entrevistado numa tom cordial quase zen, só faltava um pau de incenso a queimar em cima da mesa e uma fonte a deitar água, daquelas que se usam agora no hall de entrada e que a mim dá a sensação de estar a passar à porta do urinol do Rossio e ouvir uma torneira avariada.

O primeiro-ministro respondia a tudo o que lhe perguntavam sempre mas sempre dizendo que compreendia os problemas de toda a gente, de milhares de desempregados e de camionistas que não sabem a que preço podem cobrar os seus serviços, porque todas as semanas os combustíveis aumentavam.
Esta entrevista surgia depois de na semana anterior ter levado na cabeça de um presidente da república que tinha tomado posse para um segundo mandato e que a jornalista dizia ser um prenuncio de cinco anos mais interventivos e completamente diferentes dos anteriores.
Havia até um líder político que tinha apresentado uma moção de censura depois de dois meses antes terem andado quase de braço dado a apoiar um candidato ás presidenciais.
Lá está até nos sonhos, a política e os seus protagonistas são uns verdadeiros artistas.

Nos sonhos, o melhor acontece sempre perto do fim e chego a ter medo de acordar antes mas esta noite ainda deu para ver que tinha havido outro contratempo na carreira daquele primeiro-ministro. Parece, não tenho a certeza, que num fim de semana, sem aproveitamento disso para faltar ao trabalho até porque se existem 600.000 desempregados e podiam lá estar muitos, tinham aparecido cerca de 200.000 ou 300.000 não sei bem porque não durmo com lentes de contacto e desse modo olhar para um a manif é o mesmo que olhar para as cadeiras do estádio do meu Sporting, parece sempre cheio. Dizia eu que no meu sonho essa manif era transversal a todas as idades, credos e ideologias políticas mas mesmo assim o ministro dizia que compreendia e partilhava os sentimentos.
Gosto do nosso primeiro ministro, "partilhar" é próprio de quem usa o facebook e quem usa o facebook é boa pessoa.
Se o ministro dissesse que comungava da preocupação dessas pessoas era muito mais chocante para mim, porque quem comunga são as pessoas que vão à igreja e não parece que fosse pessoa para isso depois de mandar retirar crucifixos das saulas de aula das escolas. Eu fico sempre baralhado com estas coisas porque no mesmo sonho esse ministro dizia "oh não, por amor de Deus" quando lhe perguntavam se uns manifestantes que lhe tinham interrompido um discurso de megafone, tinham levado uns biqueiros nas nalgas.

Voltando ao fim do sonho, a tal parte em que aparece o melhor, depois de levar e levar e levar e dizer que compreendia os problemas dos camionistas mas que o governo seria intransigente e não deixaria que as populações sofressem com a falta de abastecimento de combustíveis e bens de primeira necessidade, a jornalista terminava abruptamente a entrevista dizendo que acabava de ser informada sobre um acordo entre o governo e os representantes das empresas de transportes.

Eu acredito na boa vontade do governo, não acredito que esse acordo fosse estrategicamente ventilado por uma competente agência de informação no fim da entrevista do primeiro-ministro só para lhe salvar o coiro, até porque os ministros não são pessoas para receber horas extraordinárias se trabalharem depois das 16 ou 17, digo eu.

Essas maldades só acontece nos sonhos, não é? Porque no meu sonho aquele ministro teve um sorriso tão espontâneo e rasgado que parecia o joker do batman, feito pelo Jack Nicholson obviamente.



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quarta-feira, outubro 27, 2010

Birras de homens grandes

Eu não consigo olhar para estas negociações do orçamento sem me dar vontade de rir.

Já há mais de 30 anos que também eu era obrigado a discutir o orçamento com uma vizinha quando ela me chamava para brincar ás mercearias e se naquele tempo se vivia com dificuldades.

Lá está, numa semana inteira a brincar ao mesmo, também eu cheguei a romper as negociações quando via que ela não tinha disposição para brincar aos médicos.

Se calhar foi o que se passou, fizeram birra quando um tirou o brinquedo ao outro

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quinta-feira, agosto 26, 2010

Contrastes

Gosto, gosto não, adoro viver num país de contrastes.
Do interior ao litoral, de norte a sul as diferenças são grandes.
As cores, os sotaques, as maneiras de pensar, a gastronomia, enfim um sem número de razões para ir estrada fora à descoberta,

Mas depois também há disto.

"ainda hoje comecei a trabalhar ás sete da manhã"
"não pensa em reformar-se?"
"já pedi a reforma"
"já?"
"já, eu comecei a trabalhar muito novo e agora tenho 65 anos e vou-me reformar"

Joe Berardo o sr milhões, vai usufruir de uma reforma do estado português.
Eu acho que ou o sr estava na brincadeira ou sou obrigado a pensar que a ser verdade será uma tremenda injustiça para tantos portugueses que não a conseguem a tempo de ser gozada e todos os dias se arrastam para os seus empregos.

Ou não, se calhar continuamos a ter o país que merecemos.

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domingo, junho 13, 2010

Um dia destes tenho de voltar à pesca

Depois de uma noite mal dormida apanho um moço no café que me pergunta sobre comprimidos para o enjoo porque vai para alto mar. Enquanto isto tento eu meter qualquer coisa no meu estômago vazio.

O moço insiste, umas boas seis ou sete vezes, que se não tomar nada vomita-se todo. Tento abstrair-me da conversa mas a educação obriga-me a ouvir, de tal modo que me puxa o braço para chamar a atenção. Gosto destes, dos que nos puxam e dão toques nos braços como quem diz, " tá a perceber, não tá?"

Acabei a custo o pequeno-almoço, acho que já sentia o cheiro da sardinha para iscar, o cheiro da maresia e ao mesmo tempo o cheiro a azedo do rapaz.

Começou bem o dia e agora começa a apertar comigo o sono que não tive esta noite graças à insónia do nº3.

Lembrei-me entretanto que não vou ao mar há muito tempo. Esta noite vou tentar sonhar que estou à pesca e que não ouço mais nada a não ser as gaivotas.

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sexta-feira, fevereiro 19, 2010

Em contagem decrescente

Ansiei pelos 20, encarei os 30 com a normalidade de até ter sido pai nesse já distante ano de 2000 e agora ficarei feliz se me deixarem comemorar os 40, se bem que ando apreensivo.
Na verdade ando é cansado, os últimos meses têm sido desgastantes, telefonemas atrás de telefonemas, trocas de e-mails como se não houvesse amanhã e as emoções à flor da pele.

Trabalho? Não, sou muito feliz no meu trabalho e aos que olham para ele de lado, só tenho uma palavra ou melhor duas, "temos pena".

Falo obviamente do rápido crescimento que os meus filhos assumiram nas últimas semanas.

A mais velha ontem chega-me a casa com um peluche oferecido por um candidato a pretendente (se te apanho arranco-te a pele, pá) que ostenta na barriga um coração vermelho a dizer "amo-te". Raça do catraio que nem consegue amar a própria barriga e tenta desorientar a cabeça da nº1.

O nº2 depois de me ter convencido a criar-lhe um conta no msn, onde passa os fins de tarde em conversas monosilábicas, recebeu na passada segunda-feira uma carta em tom de declaração de amizade/amor/companheirismo, "diz lá se gostas de mim, por favor e pôe uma cruzinha no quadrado que diz que sim". É certo que perdi cerca de dez minutos a divagar sobre a minha reputação com a idade dele e uma vizinha próxima que me puxava para baixo de uma tábua de engomar. Ela sabia onde encontrar o quentinho e agora percebo eu que as rosetas que a sua pela branca ganhava não eram do calor do ferro de engomar, até porque quando a mãe engomava, raspávamo-nos para outro canto da casa. Agora é o nº2 que fica corado com estas coisas, faz-te a elas de peito feito tarzan.

Para rematar, o n3 ontem saiu de casa de saco-cama e mochila ás costas para um "dormindo com os tubarões". Chegou hoje ao meio-dia, exausto e cheio de gabarolice porque dormiu no meio de duas "baibes", como ele diz.

Não me sinto velho mas apesar de conseguir correr duas vezes por semana atrás de uma bola que não fez mal a ninguém, as provas são evidentes, os meus filhos emancipam-se e eu estou a ficar igual ao meu pai e ao meu Titó, fisicamente falando. Crescem-me desmesuradamente nas sobrancelhas pêlos maiores do que os outros e tal como os manos Gonçalves, começo agora a entrar na fase lobisomem. nas minhas orelhas nascem uns nobres, lindos mas ordinários pêlos louros cujo pavilhão auricular uma simples gilette não consegue desbravar.

Isto sim, é envelhecer meus caros!




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quinta-feira, janeiro 14, 2010

Isto só ouvido tem piada

Reunião de ciclo de laboratório farmacêutico, director geral interrompe para coffee-break (bucha, como se diz aqui na zona) e a malta aproveita para pôr a escrita em dia.

- tenho três cavalos, três ovelhas e galinhas, bem galinhas tenho imensas.
- eu só tenho cavalos, dão mais dinheiro
beca-beca, beca-beca, uma das colegas pensa,
"estas peneirentas que andam sempre nas lonas, agora andam a comprar cavalos? mas para pôr aonde?

Mais tarde apercebe-se que 99% dos colegas estão no facebook com farmvile.
Tempos modernos

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segunda-feira, dezembro 14, 2009

Pela boca morre o peixe

Tanto que eu criticava os tamagochi's e agora também eu tenho um.
Nasceu há quatro ou cinco meses e ainda não morreu.
Chama-se farmville. Não me acorda durante a noite mas está a tornar-se um bocado chato.
Estou a ponderar e a avaliar a nossa relação.

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segunda-feira, novembro 16, 2009

Belhéque

Vou deixar de assistir pela tv aos flashinterview's e conferências de imprensa em que participe o novo treinador do meu Sporting.
Não é o desempenho, uu falta dele, dos jogadores que me preocupa ou enerva. Nem sequer as considerações que o mister irá tecer.
É aquela espuma branca que cria aso cantos da boca como o camarada Jerónimo.

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terça-feira, novembro 10, 2009

Volta Quique, estás perdoado

No ano passado quando o Benfica contratou o espanhol Quique Flores o mulherio andava desvairado, porque o homem era giro e charmoso e diziam elas "agora anda com a lambisgóia da Orsi Féher", tudo ciumeira. Dava certamente umas boas capas de revista ao contrário do actual Jesus que apesar dos cabelos brancos, restaurados entretanto com um Olex desta vida, não consegue ombrear com um Sean Connery ou com um George Clooney.

No entanto, Jesus conseguiu aglutinar toda uma massa adepta, seis milhões dizem, que segundo as contas de um Amigo há dias ao telefone, "o quê? Portugal só recebeu seis milhões de vacinas para a gripe A? xiii, só isso é para os lampiões, pá", não chegam.

Em quê? perguntam vocês e eu respondo, no terrível-e-tanto-ordinário-como-reles-hábito-porco-de-mastigar-pastilha-elástica-de-boca-aberta.

Oh Meu Deus, pede ao teu Jesus que corrija esta gente. Não há fila de banco, de secretaria da escola, de finanças ou o que for que não esteja presente uma besta a mastigar pastilha de fanfarra bem aberta.

Sagrada professora de português Paula Elias do 7º ao 9º ano que permitia o mastiganço durante as aulas de boca educadamente fechada e me incutiu este hábito.

Para o treinador encarnado vale a máxima "não há no mundo equipas invencível's nem bocas fecháveis, a mim ninguém me cala".

Só mais uma coisinha a propósito do estilo, aquela agressividade toda para com os fiscais de linha se fosse com o Paulo Bento já tinha dado processo, não já?

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quinta-feira, novembro 05, 2009

Sporting - Letões de nome esquisito

O meu Sporting joga num teimoso, fatídico e incompreensível sistema de losango. Acho que se define por 4-4-2 losango.

Se me é permitido gostava de dar uma sugestão ao meu clube. Mude-se a táctica para um sistema defensivo de três centrais.

Não quero parecer arrogante, convencido nem sequer entendido na matéria. Vejo esta solução do ponto de vista de gestão, não é gestão de plantel mas sim de gestão empresarial.

Se jogar com três defesas ou como eu gosto de dizer três centrais, está encontrada a porta de saída para jogadores como André Marques, Grimi, Pedro Silva e Abel que primam ultimamente por jogar mal.

O plantel fica mais pequeno logo mais fácil de gerir conflitos, a Sad reduz despesas com menos 4 salários.

Agora perguntam vocês "ó parvo, isso implica indemnizações para mandar os gajos embora"

E eu respondo, "não, se só serão precisos três centrais, os outros saem por extinção de posto de trabalho".

Não dá, pois não? Pronto, era só uma ideia de quem gosta, vive e vibra com o futebol mas cada vez percebe menos.

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quarta-feira, outubro 28, 2009

Pero que los hay

Deve andar bruxedo ali para os lados do meu Sporting e isto tem uma simples e lógica explicação.

Cristiano Ronaldo transferiu-se para o Manchester e a malta recebeu uma pipa de dinheiro.

Passados uns anos o puto transfere-se para o Real e a malta recebe o seu quinhão.

Passados uns meses fazem a cama ao puto, com velas e mais não sei o quê e cá deste lado a malta está na pior época em quinze anos.

É o quinhão que nos calha da bruxaria que lhe montaram.

Ou então é a malta que não corre nem quer jogar à bola.

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sábado, outubro 10, 2009

Nada como a vida no campo

Há com certeza uma relação directa entre a cave da minha casa e o fundo do mar. Pelo menos nas aranhas que por lá aparecem, ia jurar que já tinha visto caranguejos mais pequenos.




Na minha casa habitam aranhas que um dia serão do tamanho de

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Os espanhóis sabem-na toda

Nosotros tenemos todo para tús problemas.

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terça-feira, setembro 22, 2009

Ângulos opostos

O Angulo não jogou quase nada e não defende, o segundo golo Olhanense entrou ao ângulo e ainda bateu uma no ferro, precisamente ao ângulo.

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quarta-feira, agosto 19, 2009

Modas

Ouvido hoje à porta do estádio.
Um regalo, principalmente pelas gargalhadas junto ás frases.

- Quanto tempo é que estiveste casado, pá?
- "atão, 'xa ver, eh pá, foi de Julho a Janeiro
- ih, ganda maluco, seis meses
- mas deu para ganhar umas notas
- qual quê? fartei-me de gastar dinheiro, meu!
- a sério? os casórios dão sempre dinheiro
- nah, perdi alguns vinte mil euros
- como?
- pá, tu pagas tudo, é a igreja, o padre, as flores da igreja, o fato, as decorações daquela cena onde se vai comer, as cenas de pintar os putos, a malta para tomar conta dos putos. Eh pá, é muita cena pa' pagar. Pensa lá, 110 euros cada pessoa, eram mais de 200 convidados.


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terça-feira, agosto 18, 2009

Sporting - Fiorentina

Devia dar uma dor dentes tão grande naquele filho da mãe daquele árbitro, tão grande mas tão grande que no fim de tomar tanto analgésico ainda lhe aparecia uma "ursula" no estômago.

Foi um roubo.

O Vukcevic também devia bater com a cabeça naquele toldo à entrada do túnel. Só para assentar as ideias.

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