decabelosempe.blogspot.com de cabelos em pé

de cabelos em pé

Mais ou menos um diário de opiniões. Nem sempre diário, mas de opiniões sim.

sábado, outubro 10, 2009

Os espanhóis sabem-na toda

Nosotros tenemos todo para tús problemas.

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segunda-feira, janeiro 05, 2009

Voltei voltei, voltei de lá

Ainda na sexta estva em França e agora já estou cá.
Ok. Estamos de volta, com muitos quilómetros mas satisfeitos.

Factos:
Os putos encheram a barriga de diversão.
España me encanta.
Os franceses são panascas. Não, são panisgas, é isso que lhes assenta como uma luva.
Gosto de França, não me encanta como Espanha até porque não conheço tão bem mas os franceses, ai os franceses e as francesas, por favor.
Desconfiados e antipáticos. Desentendidos quando é hora de devolver dinheiro.
Senão vejamos:
Paris, um casal com 3 filhos ocupam 2 quartos, quartos esses reservados e pagos em Portugal e ainda assim pedem-me 50 euros de caução por quarto? Pronto tudo bem, devem ser regras dos senhores.
Dia de check-out: bonjour e à bien-tout e mais a tua prima e o meu dinheiro onde é que está ó panisga?
Ah, pardon, não sabia que tinha pago caução.
Não sabias nem te interessava confirmar. Mamavas cem euros e siga.

Ó Diniz, "arranjei" um chá novo num hotel em San Sebastian.
Por falar em San Sebastian, passei lá há precisamente 29 anos, agora com outra disposição dei com uma cidade de grande beleza. A visitar com mais calma.
Aquela baía faz lembrar São Martinho do Porto mas um nadinha maior.


E almoços ao ar livre com zero graus?



Não bebemos fomos obrigados a beber aquela espécie de café dos gajos,
nha nha nha nha nha nha.

O vinho do jantar de ravelhão era muita bão!
De resto foi fixe, queda de neve, zero graus, ás vezes um grau, muito raramente dois graus mas fez-se.

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quarta-feira, novembro 26, 2008

Sporting - Barcelona






Barcelona é muito mais que futebol. É Gaudi, é vida nocturna, Gaudi, o Barça, a Costa Brava, que são vários portinhos da Arrábida ali na Costa Brava, de água gelada, ah e também é Gaudi.

Hoje à noite será também o Valdez, o Marquez, o Puyol, o Henry, o Eto'o, ah e também o Messi.

Espero que hoje à noite também seja o Liedson, o Moutinho, o "Is My Love", o Veloso, o Patrício e mais uns quantos, sem esquecer o Liedson obviamente.

Eu lá estarei, cheio de frio é certo.

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sexta-feira, julho 25, 2008

25 de Julho de 1970

Há um mês, encontrei a minha gaja nestes preparos, manias dos árabes que mandam tapar as mulheres de alto a baixo. Ainda assim, trouxe-a de volta para Portugal.
Cheguei à conclusão que não valia a pena trocar por camelos ou poços de petróleo.
Hoje é o dia dela.
Parabéns

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segunda-feira, março 17, 2008

Mini-férias

Por estes dias vamos andar a comer quilómetros de estrada de nuestros hermanos. Mais propriamente na Andalucía ou Ana Lúcia como diria o nosso primeiro pinto de sousa.
Vi e revi a conversa com zapatero para interiorizar todo o espanhol que precisarei nestas férias e não cair nos erros do passado.
Há uns anos (1996) entre Trujillo e Mérida, parámos numa povoação pequena e pergunto,
- buenas tardes, como sé vá al castillo para tirar unas fiótos?
- coño, esto non és un castillo, eh eh eh!
Engoli as gargalhadas do velho e dos outros três e pensei, "um dia ainda me vão ouvir falar espanhol com pinta".
Vai tudo correr bem, depois deste curso intensivo.
Desejos de boa Páscoa a todos. Para os laicos que não ligam a estas coisas mas ainda assim gozam os feriados, bom descanso.
Inté!


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sexta-feira, fevereiro 22, 2008

Bic Laranja




Há dias, o Bic Laranja, blogue de inspiração alfacinha cuja essência está num ilimitado stock de imagens da lindíssima cidade de Lisboa, publicou uma foto da minha/nossa Picheleira que a todos os que lá viveram deixou, de certa forma, sensibilizados de certeza absoluta.

Consegue-se ver a rua onde eu nasci e que me dava uma dor de cabeça todos os anos quando preenchia os papéis da matrícula na escola, Rua Frei Fortunato de São Boaventura, nº51 1ºdto uff, uma nesga da Perry Vidal, a rua do sr Flávio, da Helena das Bananas, do Boca Doce, dos meus Padrinhos e do tio Lança.

A Capitão Roby, que nada tem a ver com esse marialva e rei do charme dos anos 70, até porque se havia gajo charmoso nesta rua e que teve mais namoradas que o outro roby era o puto das confecções Gazela. Os Pires, os Totinas, Mineiros, Príncipes, Amélia dos Jornais, era provavelmente a rua com mais gente conhecida no bairro.
A Praça Sócrates da Costa ou praceta, começou por ser, para mim, a praceta onde morava o Nelinho da força aérea, o Jorge Pachá, Zé Batista, Jorge Brás e o Quim. Tudo isto porque tenho uma irmã com mais oito anos e assim conheci uma geração intermédia. Mais tarde chegou a malta da minha idade, o Fanã, Paulo Fernando, João, Malveira, Palmeiro, Rogério, etc. Até eu nos últimos dois ou três anos antes de sair do bairro, tive por lá boas tertúlias no canto do nº5.
Deixo aqui uma perspectiva diferente da do Bic, quarenta anos mais tarde, já a cores, com jogo a decorrer no campo dos TLP, com a escola 28 já feita, o campo do VCL já com bancadas e cabines. O bairro na rua Carlos Botelho e os Embrechados.
Estas foram tiradas a 27 de Outubro de 1996, a bordo de um voo da Iberia mas de aviões percebes tu.
para quem precisar está no cantinho da leitura.

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sexta-feira, janeiro 18, 2008

Saudades de Londres

Esta semana tem sido de limpeza nos computadores e ao "arrumar" as pastas deste desorganizado computador lembrei-me de ti ó Diniz, por duas coisas que tu gostas!
Os teus doughnut's

E as croks deles com muita mais categoria, de atacador e tudo.

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domingo, novembro 18, 2007

Marreco

Óh , encontrei em Nothing Hill a solução mais fácil, económica e quentinha para disfaçar a minha marreca na velhice.

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terça-feira, novembro 13, 2007

Londres II

Lá, na semana passada já cheirava a natal!

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domingo, novembro 11, 2007

Londres I

Uma das muuuitas coisas que me fascinaram em Londres, tal como em Paris é a rede do metro. A cada viagem ou férias que faço, há sempre um a voz ou música que não me sai da cabeça.
Desta vez foi a informação sonora nas carruagens,

mind the gap...the next station is marble arch...mind the gap...this i a picadilly line service...mind the gap...this is a district line...mind the gap...
Tudo isto dito assim em jeito de james earl jones.
Durante os dias que lá passámos aproveitei para dedicar um poema ao london tube,

Mind the gap

Mind the doors

Mind the step

What's mine it's yours!


Bond Street Station, Londres 4 Nov 2007 08:10

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segunda-feira, novembro 05, 2007

Aviofobia II

Constatei mais uma vez que mantenho uma relação de amor/ódio com os aviões e o voar e o levantar e o aterrar e o tempo de espera nos aeroportos antes do embarque e "prontos". Gosto, não gosto, gosto, não gosto...
Agora, pior pior é a fobia que ganhei este fim-de-semana. Chama-se sinais-de-alarme-de-incêndio-falsos-para-simulacro-fobia.
Quem já esteve em Londres, nesta época, sabe que ás quatro e meia da tarde é de noite, certo?
Tempo magnífico, sem chuva, sem frio, passeios feitos de manga curta, andar muito, jantar ás sete e o mais tardar ás oito e meia dormir para começar o dia seguinte cheios de pujança, carago!
Sexta-feira - 20h30, já minha gaja dormia e eu dava uma vista de olhos no roteiro que gentilmente me prepararam, quando dispara a filha de uma puta da campainha do alrme dentro do quarto do hotel. Levanto-me e desligo o telefone que estava a carregar com um zingarelho que o autor do roteiro me emprestou,
- tu queres ver que é desta merda? mas não cheira a fumo nem nada.
Entretanto acorda a minha gaja assarapantada,
- o que é que se passa?(só faltou o habitual - baixa a televisão)
Abro a porta do quarto e vejo um alemão, que me disse não sei o quê, a calçar-se e a vestir-se no corredor,
- ó môr, tocabrir que isto não é só no nosso quarto.
Nada de elevadores, toca a descer escadas e mais escadas, passando por espanholas pesadonas, roupão, (acho que uma delas tinha rolos na cabeça) que de ar espantado diziam,
- dio santo, que passa?
- ó sra é para dar de bolha, fuego, andalé andalé!
Chegamos cá abaixo, talvez umas duzentas pessoas a olharem uns para os outros e os bons dos tugas do quarto 317 de mochila ás costas e mala de viagem. Muitos dos souvenir's e roupas ficavam lá mas o que estava à mão veio. Quando demos por sermos os únicos a trazer bagagem demos em rir e não parávamos.
No check-out comentava com um dos empregados (português) que a parte chata tinha sido o simulacro,
- olhe, teve muita sorte não ser ás quatro da manhã como habitualmente!
Sinceramente nunca tal me tinha passado pela cabeça.

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Regresso

Ao fim de cinco dias, chegamos a casa á meia-noite, de rastos, com muitos kms nas pernas e damos com o Nº3 com febre, tosse, expectoração e mais não sei o quê, voltamos a dormir juntos, depois da separação imposta pelo quarto do hotel, faz bem de vez em quando para esticar as pernas. Ás seis da manhã aterra o Nº3, acorda a mãe e diz,
- oh mãe, eu não sei como é que o bicho entrou mãe.
- qual bicho filho?
- o bicho da febre mãe!

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sábado, setembro 29, 2007

Ponte de Lima V

Na quinta da Casa do Pomarchão o tempo passa devagar, não há pressa, o pequeno-almoço é servido ás nove, ás dez, quando nos apetecer. Vê-se Ponte de Lima mas não se ouve, a estrada também não, o "porteiro" raramente ladra.
Pergunto ao anfitrião se posso subir, "claro" diz-me ele "e o cão?", "é o porteiro" continua, "mas é enorme", "a condizer com a casa", rematou. Com uma recepção destas, adivinha-se simpatia.
O sossego só é interrompido pelas exibições de fogo de artifício, na vila todas as noites e pelas alvoradas que o "Ti Manel dos poços" detestou. As alvoradas de Ponte de Lima é que nos deixaram de cabelos em pé. O primeiro tiro ouve-se (obrigatoriamente) ás oito da matina e quando retomamos o soninho puuum, disparam o segundo, viramos-nos para o outro lado, recomeça a garganta em dó menor, imitando o fervilhar da panela e puuum! "Não tem jeito nenhum, porque é que não dão os tiros todos seguidos? Porra?", "calma Manel, tamos de férias pá!"
A alvorada adormece e volta a ouvir-se o carreiro de água da nascente que atravessa a quinta. Mais suave que o mar mas com a mesma capacidade de embalo. O Minho tem das mais bonitas pinturas, mistura mil tons de verde das trepadeiras com os roxos, os vermelhos, os amarelos, com as uvas tintas nas parreiras em latadas e com umas Hortênsias azuis que não se vêm em mais lado nenhum. Cada casa tem uma parreira na entrada, as ruas cheiram a terra molhada.
Nunca passei dois três dias seguidos no Minho em que não chovesse. Não gosto de chuva, não gosto de dias cinzentos mas lá em cima é diferente. As paisagens ganham outras tonalidades.
A enorme dose de cansaço (não acredito em férias para descansar, acredito em férias para arrasar) era vencida logo ao acordar pela paisagem que tínhamos nas janelas dos quartos.
Gosto de lá ir, desta vez éramos catorze. Temos que lá voltar.
Tá feito!




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quinta-feira, setembro 27, 2007

Setembro de 1997

Parece que o Barça vai ter um estádio novo. O projecto é arrojado, tal como é a cidade. 10 anos depois da terceira vez (79 e 82), a vontade de voltar é muita.
De momento, há o compromisso de levar uns amigos que se encontram impedidos por razões que não lhes são de todo alheias. Assim sendo, vamos aguardar.
Assim sendo, aqui ficam as fotos do dia em que assinei contrato com o barça;-)



(esta foto tem muito de verdade, quem me conhece sabe da minha musculatura e do meu hábito de jogar de óculos)
e a foto que a minha gaja quase não me tirou no nou camp

É, vamos ter mesmo que voltar lá.
Com calor, desta vez temos que experimentar as praias da Costa Brava.

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terça-feira, setembro 18, 2007

Ponte de Lima IV

Passar um fim-de-semana a olhar para a verdura, a tentar tirar ideias para a casa nova com a ajuda da prima "árquiteita", dá nisto. Muita foto da dita verdura e a tentativa de dominar o latim. Muita conífera vimos nós no Minho, já para não falar nas idas à pombinha!
Ó prima, esta deve ser uma "herbórius verduscos trepadeirius", não?

"Carramachonis roxos pendentis sobre estradus de duas bias? Sim? Eu sabia!"


"Platanus grandes pa caráçus" à porta do complexo das Termas de Caldelas

E a água das termas? Maravilha, ao fim de duas horas já havia gente no wc do restaurante. Andamos nós a aconselhar agiolax, dulcolax e outras coisas acabadas em áxe e Caldelas tem uma água que dá a volta à tripa enquanto o diabo esfrega um olho. Ok, nem é preciso esfregar o olho...

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Ponte de Lima III

Os pequenos-almoços em família são uma festa, diria mais, uma farra!




Tenho que te pôr nas aulas de etiqueta.
"Nã se beibe da tigela filho!"

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Ponte de Lima II

O desafio foi lançado há alguns meses, "...e se fôssemos ás feiras de Ponte de Lima, já não vais lá há tanto tempo, nem os teus pais...?"
O desafio foi aceite, a logística tornou-se um desafio aliciante, (arranjar alojamento e mesas de restaurante para 14 mamíferos), não havendo quartos para todos no Convento Val de Pereiras, metade da trupe ficou na Casa do Pomarchão.

O que começou por ser uma visita ás Feiras Novas, transformou-se num belo roteiro gastronómico.

Começámos então a produção em série de colesterol e triglicéridos sexta-feira com um belo jantar na "Pombinha".
Bife da Costela, Bacalhau na brasa, Papas de Sarrabulho com todos e Vinho verde tinto Ponte da Barca.
Sábado, tivemos que voltar à Tulha. Tínhamos jantado lá há seis anos e ainda não tinha havido oportunidade de repetir. Vale essencialmente pela decoração e pela comida. O serviço é fraco (seria por causa das festas? julgo que não), duas horas e meia numa refeição é muito tempo. Ao fim de 45 minutos de espera pela abertura ouço isto,
- quantos são? (assim, sem osso, nem boa tarde, nem nada)
- 3
- ali ao fundo
- 6 á direita
chega a minha vez,
- 14
- o quê? 14?
- sim 14
- olha este agora, 14...
- ó senhor, deve haver mais quem queira vender 14 almoços caraças (comecei a virar-lhe as costas)
- não não, temos ali uma mesa sim senhor.
Adiante, bacalhau à casa, entrecôtes de vitela,
A seguir ao almoço, houve quem quisesse assistir ao cortejo e houve quem tivesse que descansar encostado a uma montra, sentadinho no chão de pedra rústica e típica da região, até que fui acordado à força por força de uma velha que deu um valente tralho e caiu em cima de mim. NÃO SE FAZ.
O cortejo, dizem, foi bonito e à noite era preciso retemperar as forças e reconfortar o estômago. Voltámos à Pombinha, quem gosta de pombinha tem obrigatoriamente que voltar!
Dei o braço a torcer e mandei vir o Arroz de Sarrabulho, (Teresa, não sabia e principalmente não cheirava a vinagre) é um petisco do camandro que naquela região é feito com vinho, acompanhado de batata no forno, rojões e morcela...Um atentado.
Domingo, voltinha até Amares para revisitar a Casa da Tapada,(infelizmente fechada) rapidamente trocada pelo A Rival - O rei dos Leitões. Além de melão com presunto e salsichas assadas de entrada, uma salada de repolho, ui uuuiii. Leitão, polvo à lagareiro e costoleta de Novilho.
À noite, já em Ponte de Lima, aguardando ansiosamente o famoso fogo de artifício, ficámos pelo Açude, mesmo encostadinho ao rio, uma vista fantástica.
10 entradas.
Salada de polvo, atum com grão, mini camarão (daquele que se servia antigamente no Greno com as imperiais), percebes, cogumelos fritos, salada de ovas, chouriço (daquele salgado e picante que faz pêlos no peito), moelas, presunto e salada de mexilhões. Depois o segundo, como dizem os meus putos, polvo à lagareiro (ai aqueles feijões verdes), arroz de pato ( um bocadinho seco) e bacalhau à casa. De volta ao verde tinto para os mais velhos e a malta nova à volta de um Calços de Tanha, muito bom.
Nestas cinco refeições, uma saudável disputa de sobremesas entre mim e o meu sogro. Ele nos pudins caseiros e eu nos leite creme queimados.
Os putos portaram-se como nunca e olhem que controlar a paciência infantil que se esgota ao fim de 15 ou 20 minutos, não é fácil.
Dezenas e dezenas de milhar de pessoas nas ruas da vila. Ponte de Lima é bem mais bonita fora das épocas de festa.
Respira-se melhor.

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segunda-feira, setembro 17, 2007

Ponte de Lima I


No Minho ainda há muita coisa desta. Quando se tira o capacete, puxa-se do pente arrumado no bolso das calças ou da camisa e dá-se novamente estilo à guedelha para ir ao baile.

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