decabelosempe.blogspot.com de cabelos em pé

de cabelos em pé

Mais ou menos um diário de opiniões. Nem sempre diário, mas de opiniões sim.

domingo, janeiro 10, 2010

Reguengo da Parada - Paradense

Voltou ontem a competição, pelo menos para mim que desde Abril que não calçava as botas.
Foi bom, soube bem apesar de nenhuma das equipas ter jogado nada.
Para a história fica a nossa vitória por 2-1.
O reencontro entre os dois lugares está previsto para 15 de Maio, feriado municipal.

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sábado, março 21, 2009

Hoje há bola, de tarde e pela noite dentro


No sábado do último Sporting - Benfica, houve Velhas Guardas contra a equipa de São Martinho do Porto. Habituado ás funções de empregado bancário na equipa Paradense, pedi ao "mister" que me desse a primeira parte para depois poder ir a Alvalade ver o jogo.
Até nem correu mal, mau atraso da defesa contrária, avançado isolado e com o direito a atirar por baixo das pernas do guarda-redes.
Estava feito o primeiro da carreira veterana.
Mestria da bota.

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quinta-feira, janeiro 08, 2009

Despromovido

Recebido hoje do capitão de equipa das Velhas Guardas Paradense.
Blond, Luis Blond

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quarta-feira, setembro 24, 2008

Velha Guarda Paradense

Dois jogos, duas vitórias.

São João da Ribeira, para os lados de Rio Maior e Barreiros, perto da Marinha Grande.


2-0 e 4-1, respectivamente.


Bom começo, no ano em que me engataram para tesoureiro da direcção da velha guarda Paradense.


Imagine-se, eu, tesoureiro. Penso que aqueles tipos não estão bons da cabeça.

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quinta-feira, janeiro 24, 2008

Léxico da bola e das lesões

Hoje no regresso a casa de um treino da bola,
um - tou lixado, é mesmo aqui no encaixe do pé, mesmo no "órtelho"
o lesionado - na articulação (queres tu dizer)
o outro - isso deve ser luxação, não achas pedro?
eu - sinceramente não sei
o lesionado - dá-me a sensação que me dói a capinha do osso
eu - a cartilagem?
o outro - eh pá, então tás lixado, páras um mês e vais fazendo "infers-vermelhos"
eu para os meus cabelos brancos em pé - (ui que isso deve doer).

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terça-feira, outubro 30, 2007

Pedreiras 1 - Paradense 1

O G.D. Pedreiras tem um campo bonitinho e direitinho cujo pelado foi feito de pó de pedra. Não fosse na região de Porto de Mós. Significa isto que em dia de vento deve ser impossível ver e praticar futebol.
No último sábado não mexia uma folha e o calor que teima em ficar (por mim tudo bem) não nos deixou respirar. O plantel do Paradense tem elementos ( não vou dizer nomes para não me sentir ofendido) que arrastam os pés ao fim de 20 minutos de jogo. O pó de pedra que por ser de pedra é pesado e não sobe na atmosfera, gravita á nossa volta e torna penosa a deglutição da saliva que fica autêntico betume com a água que vamos bebendo durante o jogo.
Vá lá, já são sessenta minutos a aguentar.

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segunda-feira, outubro 22, 2007

Paradense 0 - Sapatilha 1

Com o ânimo em alta pelo facto de na época passada termos ganho por cinco golos a zero, o jogo de sábado foi encarado com facilidade a mais que resultou numa derrota.
A nossa equipa foi muito prejudicada pelo adversário. Não se admite. Não chegaram a horas, já nós tínhamos aquecido e arrefecido quando começou o jogo, houve fragatada a gosto e a malta do Paradense que é polida e não joga com maldade, ressentiu-se.
A joga não me correu particularmente bem por pressão do observador que estava na bancada.

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terça-feira, outubro 16, 2007

13 de Outubro de 2007

Mais uma voltinha, mais um jogo.
Paradense - São João da Ribeira
Malta porreira, esta dali dos lados de Rio Maior. Vitória de nós mesmos por 3-1.
Já consigo jogar 45 minutos e com aquecimento. Já lá vaio tempo em que nem se podia aquecer. Mais seis meses e talvez aguente o jogo todo.

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domingo, setembro 30, 2007

29 de Setembro de 2007

Ontem não correu bem, no segundo jogo da época perdemos por 3. No campo do Estrela do Mar, na Marinha Grande, houve razão de queixa do árbitro, está na moda. Na velha guarda as arbitragens são sempre assim, com tendência para os da casa, é normal. Um factor decisivo no resultado foi o facto de a relva só crescer fora das quatro linhas...numa equipa de criativos como a nossa, torna-se difícil mostrar bom futebol.

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quinta-feira, setembro 13, 2007

Heranças

Há gostos, maneiras de estar e hábitos que se herdam e que acabamos por adoptar ao longo da nossa vida que chegando mesmo a incuti-los até nos nossos filhos.


Em 1981, quando começamos a frequentar assiduamente a Charneca de Caparica, a praia da Fonte da Telha, a praia do Castelo, etc, o meu Titó, que é um ganda maluco, levou-nos ao Café do Zé, onde julgo que comi pela primeira vez uma bela dose de caracóis.


Ontem para aliviar a neura que se me apoderou "da ialma", peguei nos cães e num balde e fui curtir o campo que rodeia este lugar.


Ouvir os passarinhos, as cigarras e encher um balde com 4 kilos 4 de caracóis, aliviou-me a pituitária.


Há por aí alguém que tenha um tambor de uma máquina de lavar roupa? Que já não trabalhe? Não? Dava jeito, é que havia cá uma rede mosquiteira que protegeu as camas dos putos (isto de viver no campo tem as suas consequências) quando era "canininhos" que já começou a ser esquartejada para tapar alguidares.


Não é fácil guardar tanto caracol.


Ai que stresse...







A propósito, hoje depois do treino da velha guarda foi a janta cá de casa, caracol "mines" e depois "mines" e caracol. Serve-te muito andar a treinar, serve serve.

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segunda-feira, setembro 10, 2007

8 de setembro de 2007

Há uns anos, (parece que já lá vão catorze) a malta juntava-se na praceta e seguia caminho para o Ramiro José, Tuna ou Olaias, chuto para lá, defesa para cá, asneiredo em barda e a noite acabava com um bife simpaticamente servido na Portugália, na Trindade ou mesmo na Mufla.

Por aqui a diferença é enorme.

Nos sábados em que há jogo, a malta chega à sede da associação, bebe-se um café (para os mais comedidos) ou começa-se a maratona da levedura e cevada.

Sábado foi então dia de arranque da época da velha guarda. Enxadas e ancinhos na mão, campinar o rectângulo e o tractor a dar voltas sem fim para gradar e depois alisar o tapete de jogo, montar redes nas balizas e acabar com um churrasco de coelho, muito bem arranjadinho pelo Paulo carapau.

É o nosso estágio de pré-época, é uma maneira diferente de estar na vida. Quando andei aos pontapés à bola no Vitória, era servido chá de limão ao intervalo, quentinho, docinho, sabia que nem ginjas, então no inverno...aqui o intervalo é regado a vinho do porto e precisamente a ginja típica de Óbidos. Diz o Gentil que o "Jaquim Maria" de Salir do Porto, quando jogava, bebia sempre duas médias ao intervalo - "ainda estou para saber como é que o gajo aguentava pá...". Não há dúvida aqui vive-se o futebol, de maneira realmente diferente. Por aqui não há restaurantes depois dos jogos, há um assador para encher de frango ou de bacalhau ou do que for possível arranjar com o dinheiro das quotas da velha guarda.

Ainda houve tempo para uma peladinha no fim.

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segunda-feira, abril 09, 2007

Sábado 7-4-2007, 16h00, campo do Paradense

Aceitei o convite e duas jornadas depois lá fui eu dar uns pontapés na bola. Como sempre sonhei, enquanto jogador, ser empregado bancário, comecei o jogo no banco. Ao intervalo, enquanto dava uns toques na xinxa com o meu nº2, disparam-me na cara,
- pedro, vais jogar na segunda parte a ponta de lança no lugar do chora, ok?
- mas, agora? já?
Quase gelei caneco, sempre adorei jogar á bola e agora assim de repente, quase me faltavam as forças. Enchi o peito e lá fui eu, se me tivessem dito na véspera, vais jogar 45 minutos á chapa do sol, eu não acreditava, mas consegui. 18 anos, 3 filhos, alguns cabelos brancos e 6 ou 7 kilos depois.
Ganhámos, já posso falar em nome do grupo onde fui bem acolhido, ganhámos 2-1 aos nazarenos, "á filhe dum cabram", muita fragatada dão os nazarenos, caraças. No fim do jogo fui a correr para a Charneca de Caparica e não pude ficar para o cozido á portuguesa.

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