decabelosempe.blogspot.com de cabelos em pé

de cabelos em pé

Mais ou menos um diário de opiniões. Nem sempre diário, mas de opiniões sim.

Quarta-feira, Fevereiro 22, 2012

O hospital das Caldas e os boatos

Tenho evitado escrever ou emitir a minha opinião sobre a polémica extinção do Centro Hospital Oeste Norte (CHON) e a consequente criação do Centro Hospitalar do Oeste (COE), pelas mais variadas razões.

Não podendo estar presente na assembleia municipal e na próxima sexta estar impedido por motivos profissionais de participar no abraço ao hospital, não quero deixar de expressar o que sinto quanto aos boatos ou mesmo verdades que circulam.
Talvez seja uma opinião longa e pouco simpática para alguém, pelo que peço a quem não tiver paciência nem estômago para tal, que apague a luz antes de sair e deixe a porta bem fechada, ok?

Bom, apesar de ter vindo para Caldas apenas em 1998 por motivos profissionais, há mais de vinte anos que mantenho um contacto algo próximo com o hospital desta cidade pelo lado familiar.
Tenho assistido a varias alterações no modo de funcionamento e nos últimos anos de uma forma muito significativa. Tenho, aliás a ideia que temos vindo a assistir à crónica de uma morte anunciada.

Como é que é possível que a administração daquela entidade tenha sido responsável pela gestão do Parque da cidade e pela Mata? Devem ser poucos os casos iguais no país. Concordo que essa gestão seja feita por alguém que não os responsáveis do hospital, não tem lógica que se viva preocupado com o "ordenamento" circundante do hospital, não tem lógica que se gaste tanto dinheiro em manutenção de espaços verdes e estatuetas que confesso, a mim como cidadão não me dizem nada e não são preponderantes para os cuidados de saúde.

Não serão motivos para aumentar o passivo de um conta corrente já de si doente?

Como é que os sucessivos responsáveis do ministério da saúde, assistiram ao êxodo dos profissionais para reformas antecipadas ou não, para depois regressarem aos serviços, contratados por empresas prestadoras de cuidados de saúde, pagos a peso de ouro e "desprendidos" de qualquer responsabilidade ou dedicação aos próprios doentes/utentes.

Custa-me a crer que se pague cerca de dois mil euros a uma empresa para colocar um enfermeiro no nosso hospital e o mesmo receba metade. Será isto verdade?

Quando vim viver para Caldas ouvi elogios de pessoas em Lisboa que recorriam aos serviços de urgência do nosso hospital pela qualidade aliada ao pouco tempo de espera, principalmente na pediatria. Os próprios profissionais de saúde escolhiam a nossa cidade para viver e trabalhar porque "o hospital das Caldas não despedia ninguém". O que é que vai ser agora dessa gente que mudou de cidade, região e assumiu compromisso, contraiu empréstimos para comprar casa, etc?

Vão ser os funcionários do hospital delicadamente convidados a desdobrarem-se entre Caldas e Torres? Do género, "ou vais ou há mais quem queira".

Temos que concordar que há serviços que funcionam mal, a oftalmologia e a reumatologia por exemplo, estão reféns de uma gestão difícil de entender para o senso comum. Não têm profissionais suficientes, por isso não funcionam mas também parece que não se abrem concursos de admissão porque não há dinheiro e cria-se um efeito de "pescadinha de rabo na boca".

Esta guerra que agora se criou não é nem pode ser uma questão política. Se o governo PS não nos cortou as pernas prometendo uma ampliação do hospital, na minha opinião muito mais racional do que a construção de um novo, não pode um governo da mesma cor política da câmara municipal, (aqui lembro-me do apoio do Dr Fernando Costa ao Dr Pedro Passos Coelho no congresso do PSD), cortar de maneira cega, uma das principais fontes empregadoras da cidade. Não pode para o pensar do comum mortal.

Por enquanto fazem-se promessas vãs porque na política nada é certo até estar o preto no branco mas já se fala e esperemos que não passe também de um boato, que já fogem profissionais de Torres Vedras para o novíssimo e super-bem hospital de Loures. A acontecer Caldas da Rainha desaparece do mapa de cuidados de saúde, ficando entregue a uma estúpida e enorme distancia de Loures e Leiria.

Está tudo no começo mas o maior medo é que seja apenas o começo do fim do nosso hospital.

Quinta-feira, Fevereiro 16, 2012

Saudades do airfix

Hoje quando chegar a casa, vou-me dedicar ás montagens de kits. Saudades dos hasegawa, atari, revell, etc.

Se não tiver tintas que cheguem peço referências a alguém que acabei de atender com umas unhas cinza matt a lembrar os tanques de guerra da segunda guerra mundial.

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Sábado, Fevereiro 04, 2012

Folia folia é com calor e mais nada.

Sou por natureza contra o carnaval, que me desculpe o meu pai, folião dos sete costados mas não consigo achar piada à coisa.

Nem consigo entender corsos carnavalescos com figurantes semi-nuas elenco Inverno numa cópia mal feita do que se passa no Brasil.

Por mim dispenso completamente e na nova polémica da tolerância de ponto do dia do Entrudo (parece um pénalti não marcado pelo árbitro para discutirmos a semana inteira) faço uma sugestão ás câmaras municipais que se dizem lesadas, transfiram os feriados municipais.

Isto sou eu que não gosto de carnaval, ok?

Domingo, Dezembro 04, 2011

Faz hoje um ano


Foi no dia 4 de Dezembro de 2010 que um grupo de amigos, mais jovens, de sempre que resolveram juntar-se e homenagear o meu pai.

Obrigado a todos.

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Sexta-feira, Novembro 25, 2011

24 de Novembro de 1991

Lembro-me perfeitamente deste dia, estava de serviço na Gastro do Hospital Militar em Lisboa, quando vi a notícia sobre o desaparecimento de um dos maiores cantores de sempre.

Confesso que o estado quase zombie com que enfrentei o último fim de semana de serviço no hospital da Estrela não me ajudaram a encarar tal perda para o mundo da música.

Se Sinatra era A Voz, Freddie Mercury era a voz e a alma que sustentava o sucesso, tanto individual como o dos Queen. Para sempre na memória ficará o concerto de Wembley em 86, quando o próprio já desmentia rumores sobre a separação da banda.

Para mim ficam também as recordações de ouvir com o som muito alto, o disco Greatest Hits que o meu pai trouxe de Espanha, (cá só sairia mais tarde como era habitual na época).

Tal Pink Floyd e Rolling Stones se transforam em Fuido Rosa e Piedras Rolantes, lá estavam as canções com os títulos todos dobrados. Sim, porque nuestros hermanos não se deixam vergar neste tipo de coisas:
Another One Bites The Dust - QUE OTRO MUERDA EL POLVO
Killer Queen - REINA MATADORA
Fat Bottomed Girls - CHICAS DE TRASEROS GORDOS
Bicycle Race - CARRERA DE BICICLETAS
You're My Best Friend - ERES MI MEHOR AMIGO
D'ont Stop Me Now - NO ME PARES AHORA
Save Me - SALVAME
Under Pression - BAJO PRESSION
Crazy Little Thing Called Love - ESA TONTERIA LLAMADA AMOR
Somebody To Love - ALGUIEN A QUIEN AMAR
Now I'm Here - AHORA ESTOY AQUI
Good Old-Fasihioned Lover Boy - BUEN AMANTE AL VIEJO ESTILO
Play The Game - SIGUE EL JUEGO
Flash - FLASH
Seven Seas Of Rhye - LOS SIETE MARES DEL RHYE
We Will Rock You - TE VAMOS A ESTREMECER
We Are The Champios - SOMOS LOS CAMPEONES
Valeu me a editora espanhola não ter dobrado também as vozes com a voz do Camilo Sesto ou do Patxi Andion, porque já tinha doses de acção prolongada com Julio Iglesias.

Já li hoje que Freddie Mercury não morreu, deixou de fazer músicas:-)

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Terça-feira, Novembro 22, 2011

Genericamente falando II

Depois dos políticos genéricos, apareceu-me agora a uma profissional de saúde de qualidade genérica, ou seja, está lá o princípio activo, só que o fabricante do original não revelou qual o excipiente e a maneira de fabricar.
Não revelou o segredo e o segredo é a alma do negócio.

Sexta-feira, Novembro 18, 2011

Dão pérolas a porcos e depois...

O ser humano é uma caixinha de surpresas no que ás relações profissionais diz respeito.

Esta semana tive mais uma vez a prova de que não vale mesmo a pena fazer festas a galegos.

Graças ao Senhor que não tenho que lidar com este tipo de gente todos os dias e por outro lado há mais marés do que marinheiros.

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Post com linguagem obscena

Que país é este em que um tipo frequenta a casa de supostamente "amigos", pega num miúdo de 11 anos para o levar ás putas, o miúdo desaparece e a justiça resolve levar o suposto amigo a tribunal 13 as depois?

Vai uma aposta que o cabrão ainda se safa?

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Terça-feira, Novembro 08, 2011

8 de Novembro de 2011

Maria José :-)

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Quarta-feira, Outubro 26, 2011

26 de Outubro de 1996

Pois que já passaram 15 anos desde aquele sábado em que tudo passou a correr, não foi?

Bj grande

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Domingo, Outubro 09, 2011

Aí vão 8

Segunda-feira, Agosto 29, 2011

29 de Agosto de 2011

Morreu o Paulinho.

O Paulinho, para muitos o Paulo Fernando, desapareceu hoje.

Já há muito que tinha desaparecido das nossas vidas, pelo comportamento errante que "casava" com uma personalidade vincada no que ao pedido de ajuda dizia respeito.


Foi meu colega de carteira na escola das Olaias, num ano lectivo que tinha começado poucos dias antes do seu aniversário, 5 de Novembro.

Nesse ano, a gargalhada era geral. Era um tipo teimoso com um feitio de contrastes, tão depressa fervia em pouca água como era capaz de se rir dele próprio com os disparates que fazia e dizia.


Era um dos que fazia aquele tipo de avarias que podia figurar em qualquer youtube desta vida. Com ele havia sempre alguma coisa para quebrar a monotonia de algum dia de férias no bairro. Passámos muitas tardes nas traseiras da Mira Fernandes com os carros de esferas e na linha do comboio a espalmar pregos para fazer navalhas (tretas:-)


Lembro-me de irmos a pé até ao Triângulo Vermelho,
- Ó Paulinho, essa merda é depois da Luísa Gusmão, é quase em Sapadores pá
- Anda lá que eu tenho que ir curtir com a Sónia e pode ser que esteja lá alguma amiga dela para ti.


Fica tudo na memória, as idas à praia, as expulsões (de nós os dois) das aulas, as idas ás salas de jogos, na Calçada da Picheleira para jogares o do Karaté e ao Émecê para jogar snooker.

Fica tudo pá. Há coisas que não se esquecem.


Há uns anos, quando o revi só o reconheci pela voz, é chocante como alguém da nossa idade fica com aspecto de ter mais dez ou quinze anos. Já não era o Paulinho que jogava no Vitória a defesa direito, fazia aquele corredor todo, cheio de pulmão.


Tanto profissional como desportivamente falando, podias ter tido bastante mais juízo. Tinhas tudo para ser feliz mas há coisas que por muito que se queiram perceber, não se conseguem explicar.

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Quarta-feira, Agosto 24, 2011

Genericamente falando

Desde sempre que sou frontalmente contra os medicamentos genéricos, pela simples razão de que se devia primeiro obrigar os laboratórios a baixar os preços da amoleci as ao fim de um certo tempo de mercado, como se faz no Japão, por exemplo.

Se os custos da investigação estão pagos, então deviam nessa altura ajustar o preço do medicamento em causa.

Depois existe uma proliferação de cópias a nascerem todos os dias, quais cogumelos que o Infarmed vai autorizando (provavelmente de mãos atadas) porque não legisla.
Alguma razão muito forte deve existir para que o mercado de genéricos não seja 100% abrangente em todas as doenças ou que mesmo a classe medica não concorde com certas moléculas.

Desconheço a qualidade/eficácia de um medicamento genérico com um valor de 4€ a "competir" com o original quatro ou cinco vezes mais caro.

Diz o velho ditado que "sem ovos, não se fazem omeletes".

Pior que tudo isto e muito mais do que preocupante, é a proliferação de políticos/governantes genéricos. Os originais foram saindo cena, fugindo ou simplesmente desligando o motivo de interesse e ficámos com cópias mal feitas numa máquina em que o tambor está riscado e o toner já acabou há muito.

Quarta-feira, Agosto 17, 2011

Passávamos bem sem dias como o de hoje

Se há más notícias que são autênticos murros no estômago, outras há que nos mandam completamente ao chão.

Foi o que se soube hoje logo pela manhã de um dia cinzento e chuvoso que nos fica a matutar no pensamento.
Passávamos bem por cima do dia de hoje, sem "comos" nem "porquês" mas acima de tudo porque a vida não devia acabar assim, de repente, sem "pressupostos" que nunca serão suficientes...

Terça-feira, Agosto 09, 2011

Continuo sem perceber mas...

isto é uma coisa minha, que nasci para aviador, de balcão.

Intenção de aumentar o Iva para 25%, certo?
E isto significa o quê? Incentivo ao consumo? Não.
Fuga fiscal? SIM

Redução da taxa social única, certo?
Até aqui eu chego, incentivo à criação de emprego? Pois, está bem abelha, duvido e muito.
Então e onde é que fica a sustentabilidade da Segurança Social no meio disto tudo? Não se sabe, pois não?

Para que serve pagar menos à segurança social se as empresas não produzirem/venderem porque o IVA é o mais alto de sempre?

Pescadinha de rabo na boca?

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Há 4 anos,

foi um grande concerto, num grande dia que só acabou perto das5 da manhã.
Quem é que não se lembra da odisseia das estações de serviço da A1, com filas intermináveis e sem comida?
Chegou hoje, oferta dos colegas de trabalho.
Obrigado:-)

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Segunda-feira, Agosto 08, 2011

Há pessoas que não deviam aparecer na tv,

pelo simples facto de que o que dizem se torna tão importante como a chuva num qualquer dia de praia.

O fenómeno "Hélio Imaginário", tomou proporções gigantescas e inesperadas para qualquer um dos intervenientes, tendo sido explorado de maneira surpreendente.
Foi uma mistura explosiva de frases, descida alucinante e uma queda daquelas. (ainda hoje lá passei, aquela descida...c'um catano)

Para a minha geração, que teve uma adolescência sem computadores, youtube's ou telemóveis, acabo por achar perfeitamente normal o que se passou naquela Estrada Atlântica.
Ainda ontem comentava com o meu pai, durante uma breve caminhada junto ao cais da Foz do Arelho, o número de máquinas fotográficas que existem. "lembraste que há 25/30 anos era um luxo ter uma e agora...".

O que seria da RTP, se nos anos 80, fossemos para a Alameda andar de skate ou de bicicleta e um de nós estivesse de câmara na mão? E se a Alameda Afonso Henriques era bem pior que a Estrada Atlântica. O horário nobre seria todo nosso:-)
Eu provavelmente, ainda estaria em prisão domiciliaria, por ter partido dois vidros no intervalo de três dias e ainda por cima o segundo foi durante o cumprimento de castigo do primeiro, assim no estilo de uma saída precária, enquanto a minha mãe tinha ido ás compras.
E daquela vez que na estrada entre a rotunda do Areeiro e a Picheleira eu de bicicleta a puxar o Mourão de skate, a coisa correu mal e o Mourão chegou a casa todo esfarrapado?
Será que nos fins de tarde que íamos para os estaleiros de obras das Olaias que na altura não era vedados, mandar pedras uns aos outros, devíamos ter aparecido num telejornal qualquer como protagonistas de uma intifada lusa?
Os pregos que se arranjavam para ir espalmar na linha do comboio de Chelas contam como mais um risco para a nossa integridade física, não contam?
Agora que todos estes crimes já prescreveram, posso confessar que sim, fui eu que disparei uma maçã estragada nos estores da celestina, mesmo quando ela escondida, espreitava enquanto eu despejava o lixo, azar! O tapete que uma vez apareceu a fumegar na escada da dona Elvira também foi da nossa responsabilidade.
Sobrevivemos a tudo e andamos por cá para contar, assim como o Hélio noutro tempo e noutro espaço. Podia ter corrido mal? Podia mas o "correr mal" pode ser a atravessar uma rua em cima da passadeira. E nenhum de nós queria ser herói, até porque não haviam meios de divulgação ao mesmo tempo que não tínhamos plateia, perceberam srs críticos?

Não compreendo como é que temos logo psicólogos a analisar este tipo de coisas e jornalistas a fazerem ligações com outros disparates.

Ontem o meu filho número 2 deu em valente tralho de skate, à semelhança de outros que dei, está com várias marcas ao nível dos joelhos, anca e cotovelos. Três níveis distintos, portanto o meu puto está no nível 3 no que ao skate diz respeito. Quando tiver a minha idade há-de ligar tanto ao skate como eu ligo à Hanna Montana.
Se eu seguir o conselho do psicólogo que apareceu ontem na tv, tenho que lhe dizer baixinho, como quem, não parte um prato, "olha, meu filho, não é a cair do skate que te fazes um herói, percebes?"

Como é que é possível dizer-se que à conta deste vídeo é que um jovem foi tourear carros para o meio da rua?

Não me lixem!

Quarta-feira, Agosto 03, 2011

2 de Agosto de 2011

Se os pais do Zé e do Tó ainda por cá andassem, ontem (dia 2) teriam feito 78 anos de casados:-)


Ontem, dia 2 de Agosto o Zé teve alta ortopédica, se assim se pode chamar.

"pode largar uma canadiana e em casa pode andar sem nenhuma"

"e conduzir, posso?"

"tem carta de condução? então pode"


Pronto, agora ninguém o segura.

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Não há coincidências nem declarações inocentes,

principalmente vindas do Jorge Nuno.

Ora, se o homem diz que a transferência do Roberto são "milhões da treta", deve referir-se ao facto de este ter sido treinado na época passada pelo homem que já disse que o fair-play é "uma treta".


Há quem diga que a compra do Roberto no verão passado evitou que o "jasus" fosse treinar o fêquêpê...


Se calhar são tudo coincidências...

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Quarta-feira, Maio 25, 2011

24 de Maio de 2011


Se a vida fosse como nós achamos que devia ser, ontem teria sido um dia normal em que dar os parabéns a uma amiga era uma das rotinas que a própria vida nos impôs.

Se a vida fosse como nós esperamos que seja, o céu não teria nascido azul porém vazio.

Beijo grande de saudade Maria José :-)


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Segunda-feira, Abril 18, 2011

(des)face(ado)

Estou que não posso, diz que a minha conta está temporariamente indisponível, desde esta manhã.
Como é que eu vou viver por estes dias?
Acho que quando chegar a casa vou pegar na moto-enxada e lavrar até mais não.
É isso.

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Domingo, Abril 17, 2011

Lá está, uma das surpresas

O Basílio Horta é o miúdo que foi feito nas camadas jovens de uma equipa qualquer de Lisboa que treina na margem sul, que o pai mostrava com orgulho aos amigos. Entrava no autocarro com o equipamento de treino e dava nas vistas.
Agora que começou a defender as cores das equipas adversárias, foi repescado pelo clube adversário e os pais dos outros miúdos que treinavam e jogavam com ele pensam, "se calhar o tipo nunca foi do nosso clube".

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Sexta-feira, Abril 15, 2011

Surpreendido? Sim, em parte

Esta histeria à volta do Fernando Nobre está a fazer-me uma certa confusão.
Surpreender, sinceramente não me surpreende. Acho que é nesta altura que se contam armas e jogam trunfos,
Errei ao pensar, confesso ainda sem ler a notícia que seria um favor pago mais tarde com o apoio ao mesmo para as próximas presidenciais, uma vez que Cavaco não poderá concorrer e o Psd terá os seus nomes esgotados e sem qualquer carisma. Afinal até se fala em presidência de assembleia da república. Não tem experiência é verdade mas de que é que nos tem valido a experiência dos que lá andam? Aqueles que nós já olhamos como profissionais da política?
Pessoalmente a candidatura do Dr Fernando Nobre não que "aquenta nem me arrefenta".

Os que se dizem arrependidos que nele terem votado, devem-se sentir nesta altura como os adeptos e sócios do Sporting quando viram Futre, Peixe, Capucho, Varela e Moutinho mudarem para o FC Porto. O Benfica viu fugir César Brito, Rui Águas, Rodriguez.

Em 94 Paulo Sousa e Pacheco (depois de se terem escondido no Farmer's da Praia da Rocha e terem assinado pelo Sporting deixaram muito fel na boca de muita gente do SLB e o que seria se Jorge Brito não tivesse feito aquela viagem relâmpago a Espanha para ir buscar João Pinto que também se tinha escondido no Meliá Costa Del Sol de Torremolinos? Já sei que se não fosse aquela viagem o João Pinto não tinha feito 3 golos em Alvalade e o Sporting não tinha perdido 3-6. Ainda assim, naquele ano, os adeptos do Slb sentiram uma traição igual à dos simpatizantes do senhor da Ami.
Entretanto aquela dor passou e esta também vai passar, é uma questão de dias. Obviamente que não posso deixar de rir com isto mas vou esperar pelo resto das surpresas.




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